Apartheid cognitivo

O paradoxo da educação promovida pela Nomenklatura brasileira é que eles próprios não se educam.

Educar-se é aprender com a experiência, seja ela própria ou seja ela alheia.

Educar-se é cercar-se de evidências e comprovações lógicas sobre o universo que nos cerca, as leis que o regem e sobre nossas ações e seus resultados.

A falência da educação estatal é notória e suas causas são para lá de conhecidas. No entanto, isso tudo parece não permear as mentes dos gestores do MEC e das SECs Brasil afora.

As escolas não-estatais são mais econômicas e apresentam resultados muito superiores, além de serem mantidas sem o uso da coerção.

As escolas estatais são um escárnio com a população, tanto com os estudantes, como com seus pais, com os professores e com os pagadores de impostos, porque custam mais e entregam resultados muito piores.

Não bastasse isso, as escolas estatais e toda a Nomenklatura envolvida com a educação governamental são mantidas com o uso da força.

Quando alguém falar que precisamos melhorar a educação no Brasil, faça um teste. Verifique se essa pessoa já aprendeu essa lição básica, que resume-se a enxergar a realidade, aplicar a lógica para chegar a conclusões óbvias.

Se ela “rodar” no teste, coloque-a em recuperação e ensine o que ela teima em não aprender, a diferença entre o verdadeiro e o falso e a diferença entre o certo e o errado.

Precisamos romper o ciclo vicioso do coletivismo estatista que quer resolver com mais governo, com mais planejamento central e com mais desperdício de recursos, obtidos à força, um problema que a iniciativa privada, mesmo tolhida pelo governo na sua liberdade, consegue resolver com o uso da razão, sem se valer do poder coercitivo que só o governo possui.

Quando eu escuto alguém falando em Base Nacional Comum Curricular meu sistema imunológico se prepara para reagir.

Quando eu leio o que essa geringonça propõe, não tem jeito, a solução é recorrer a doses cavalares de Allegra 360mg.

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