Do governo, da segurança e da justiça.

A questão nãfar westo é de prioridades mas de finalidades.

A questão não é de prioridades mas de princípios, de natureza, de razão de ser.

Governo é coerção, é uso da força.

Qualquer ação do governo que não seja uma reação em favor da segurança, da justiça, da defesa da vida, da liberdade e da propriedade dos indivíduos, contra aqueles, e somente aqueles, que atentarem contra a vida, a liberdade e a propriedade alheia, é uma violência em si.

Quando o governo é incapaz de cumprir com suas finalidades, honrando a sua natureza e a sua razão de ser; quando o governo é incapaz de prover segurança e justiça, demandas estabelecidas a partir da outorga de poderes concedidos pelos indivíduos que o conceberam, cabe a esses exercerem o seu legítimo direito de defenderem-se como for possível e como seria desejável.

Nenhuma sociedade civilizada se forma quando os indivíduos que a constituem abrem mão de exercerem a defesa dos seus direitos à vida, à liberdade e à propriedade. Muito menos quando transferem o exercício desse direito exclusivamente ao governo, ficando sujeitos inclusive às violações praticadas por ele.

Nenhum governo é onipresente ou onipotente para coibir a violência e o crime em qualquer lugar e a qualquer tempo.

Qualquer governo que queira aplicar leis que impedem os indivíduos de defenderem-se é, ele próprio, criminoso e violento.

O que temos no Brasil, no Rio Grande do Sul e em Porto Alegre, não são governos incompetentes.

No Brasil, no Rio Grande do Sul e em Porto Alegre, não temos governo, portanto, não temos segurança e nem justiça.

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