A imoralidade como política de governo

Há uma imoralidade intransponível na política brasileira, como de resto ocorre na maioria das nações.
O ser humano tem, por sua natureza, que usar a razão para viver na Terra. 
Em sociedade, o homem não perde essa obrigação, pelo contrário, ela se evidencia. O uso da racionalidade, num contexto social, se caracteriza pela coexistência pacífica, que resulta no afastamento da violência do convívio entre as pessoas.
Se atos violentos são imorais na relação entre dois seres humanos, maior é a imoralidade quando a violência passa a ser uma política de governo. 
Pior ainda quando no governo, o partido hegemônico elege a violência como principal método para implantar suas idéias. 
Se quisermos afastar a violência das relações sociais, temos que começar afastando quem promove a violência, em vez de contê-la. 
Para não haver dúvidas, para não permitir eufemismos, tão rotineiros na linguagem dos poderosos, defino violência, como toda ação coercitiva, caracterizada pela iniciação do uso da força, de fraude ou rompimento unilateral injustificado de contratos.
Tirar do poder apologistas do uso da coerção, é tão urgente e necessário, quanto impedir que o governo possa praticar violências, quando deveria exatamente combatê-las.
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